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Tranquilax com Sedilax

Primeiro de tudo quero deixar muito claro que não recomendo a ingestão de nenhum tipo de medicamento sem um acompanhamento médico. Em segundo lugar não me responsabilizo por nada caso alguém resolva usar este texto e se auto-medicar. Em terceiro lugar cada um conhece de sua vida, seu corpo, suas limitações e responsabilidades. Ok, agora que você já leu tudo isso, vamos falar do uso de um determinado tipo de medicamento em situações extremas, o Sedilax. Continue lendo →

Pedal pelas Represas do Rio Verde e Passaúna

Neste final de semana fiquei em Curitiba, depois de mais de um mês viajando todos os sábados e domingos. Nada mais justo que fazer um pedalzinho com os amigos para tirar as teias de aranha da bike, não acha? 🙂

Trocamos alguns emails durante a semana e nos encontramos pelas 07:30h do sábado na Havan. Estavam no pedal: Luiz, Oca, Claudio, Matheus, e eu. O destino eram as duas represas da região oeste de Curitiba: Passaúna e Rio Verde. Continue lendo →

Do Despertar à Maturidade Esportiva

Depois de vários anos fazendo atividades esportivas diferentes, acabei vendo que segui um padrão muito parecido em cada uma delas. Seja no paraquedismo, voo livre, mergulho, carveboard, montanhismo ou mesmo na bicicleta, acabei seguindo o mesmo caminho para descobrir, aprender e praticar estes esportes. Pode ser que isso seja uma questão do meu jeito de ser, pois provavelmente sigo este mesmo padrão também em atividades não esportivas, mesmo assim acho que pode ser útil para alguém que quer começar algo e não tem ideia de que caminho seguir. Continue lendo →

Pedal e Aniversário na Jazida de Itambé, via Bateias

Neste sábado fizemos mais um pedal, desta vez com a desculpa que seria a comemoração do aniversário do Thiago, do Odois. O trajeto definido pelo Leandro (que infelizmente não pode ir) foi: Barigui, BR277, Bateias, Jazida, Cimentão, BR277, Barigui, dando em torno de 100km.

A grande surpresa foi conhecer toda uma gama de estradinhas de terra depois que Bateias, que eu, e quase todos do grupo, nunca haviam visto antes. A única coisa mais ou menos conhecida, foi o Morro do Cal, no meio do caminho. Continue lendo →

Serginho Laus, a Pororoca e o Filme Surf Adventures 2

Serginho Laus: Escritor, jornalista, recordista do Guinness surfando a onda mais longa do mundo, e  um cara muito gente boa, cheio de carisma e sempre de bom astral.

Já o conhecia de anos atrás, quando realizei um campeonato de Carveboard aqui em Curitiba. Ele me entrevistou para o Programa de Esportes Radicais que comanda na Jovem Pan FM e depois acabamos fazendo uma session de carve juntos, numa noite de outono, com bebê de colo nos braços. Surfista não tem jeito, é fissurado mesmo! 🙂

Serginho mantém um site de suas aventuras na Pororoca, o Surfando na Selva e também um blog: Aventuras do Laus.

Aproveitando a estréia do filme Surf Adventures II, entrei em contato com ele para fazer uma entrevista aqui no Transpirando. Ele de pronto aceitou e o resultado está aí embaixo. 

Se este novo filme for tão bom quanto o Surf Adventures I, corra e vá direto ao cinema, pois será imperdível, ainda mais vendo na telona! Continue lendo →

Próximos Eventos

Participei em 2010

Participei em 2009

Outros anos

Entrevista Sobre Corridas de Aventura para Revista Runner

No final do ano passado, logo após o Raid Aventura em Tijucas do Sul, recebi um email da Shirlei Ximenes, jornalista de São Paulo, querendo fazer uma entrevista comigo sobre Corridas de Aventura. Ela havia me achado através dos meus posts sobre Corridas no meu blog pessoal.

Depois de alguns emails trocados fizemos uma entrevista bem legal. Parte dela acabou saindo na Runner Magazine número 1, revista da academia Runner, de São Paulo.

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Os Esportes Radicais e Eu: Uma Paixão Insana

Juba, guia e eu, em Machu Picchu

Adoro esportes diferentes. No futebol sempre fui um perna de pau. Vôlei? Nunca consegui jogar direito. Na escola perdia as figurinhas e bolinhas de gude para qualquer outro coleguinha.

Na bicicleta eu me virava. Andava pela cidade inteira, fazia rampas e dava cavalinhos-de-pau por tudo quanto era lugar. Não lembro quando comecei a me envolver com esportes diferentes, mas pela memória foi depois que fiz mergulho, influenciado pelo filme Imensidão Azul.

Eu e o Cesar Barbado no Pico Paraná

Fiz mergulho. Gostei bastante, mas fiquei pouco tempo. Tinha que sair de casa e ficar horas na estrada até chegar num local próprio para mergulhar. Depois descobri o montanhismo. Uma coisa legal também, mas que exigia tempo. O montanhismo foi um tipo de esporte que me identifiquei. A primeira vez que fui para a Serra do Mar passei um fim de semana no Salto dos Macacos: uma caminhada de umas 4 a 5 horas chegando em duas lindas cachoeiras, longe de tudo. Era um passeio e, ao mesmo tempo, uma forma de me exercitar.

Trip de Mountain Bike na Ferraria em Curitiba

Do montanhismo fui para o Mountain Bike, pegando a primeira onda do esporte no Brasil. Andei mais de 4.000km em um ano, conhecendo todas as trilhas de Curitiba. Pedalei durante vários anos com um colega da faculdade, o Minduim. Com o tempo fui conhecendo outros esportes e a bicicleta ficou em segundo plano, pedalando esporadicamente. Mas em 2008 voltei pedalando em vários lugares, como o Parque do TamanduáCircuítos perto de Santa Felicidade e também na Estrada da Faxina. Pirei de volta e agora a bike voltou a ser uma companheira inseparável!

Rafting em Santa Catarina

Em 1994, despertei para o pára-quedismo. Numa de minhas idas ao Marumbi encontrei um cara bem pirado que só falava que iria cursar a brigada pára-quedista do Rio de Janeiro. Junte isso com o grande sucesso que foi o filme Caçadores de Emoção (Point Break), lançado em 1991, e alguns anúncios que escutei na extinta Estação Primeira, a rádio rock de Curitiba e pronto: eu iria entrar no pára-quedismo de cabeça. Liguei para a escola (Prisma Pára-quedismo) e decidi fazer o curso.

Saltando de pára-quedas em Ponta Grossa - PR

Depois que saltei, enlouqueci! O negócio era tão bom que lembro de pensar que poderia fazer aquele esporte o resto da minha vida. Dei 5 saltos já no primeiro final de semana. Depois fui fazer um curso de inglês nos Estados Unidos e dei mais alguns saltos por lá, em Perris Valley, na mesma área de salto em que foi filmado o Caçadores de Emoção. Voltei e só pensava em saltar. Mas chegou um ponto em que a brincadeira começou a ficar cara. Eu, como um funcionário do Banco do Brasil não ganhava o suficiente para sanar a minha fome de saltos. Depois de um tempo resolvi parar. Eu podia dar 4 ou 5 saltos de pára-quedas por mês, mas queria mais. Fiz as contas e, para dar os 20 saltos por mês que queria ficaria muito caro. Resolvi parar para não me frustrar.

Saltando em Boituva. Eu e o Giba

Neste meio tempo continuei a andar de bicicleta. Pirei também. Saía todo final de semana e por todo lado. Fiz várias aventuras de 100km descendo e subindo a serra. No final de semana andava pelo menos uns 60 a 70km em trilhas e estradas do interior.

Caminhada ao Vulcão Villa Rica, no Chile

Continuei com o montanhismo. Fiquei um ano andando de bike e indo para a montanha. Chegou um dia que tive outro click vendo um programa na TV. Vi uma reportagem de dois ou três caras voando de Parapente, descendo uma montanha. Aquilo ficou na minha cabeça.

Voando de Parapente em Caiobá

O estopim do Parapente foi uma amiga do Banco do Brasil que havia feito um vôo duplo. Ela me passou o contato do instrutor e liguei logo em seguida.

Lucio Flavio era o instrutor da única escola de Parapente de Curitiba, a Paranorte. Conversei com ele e no final de semana fui no morro fazer uma aula experimental. O Arnaldo foi junto comigo e ainda tenho as fotos deste dia em algum lugar nas minhas gavetas. Me amarrei na história e na semana que vem já estava inscrito para o curso. Dois meses depois eu era um piloto de Parapente!

Decolando de Parapente em Jaraguá do Sul - SC

Este foi um esporte em que me identifiquei muito e mais tempo me dediquei. Foram 5 anos de grandes vôos, viagens, amigos e alegrias. Também contribuí com a divulgação do esporte no Brasil. Criei uma lista de vôo-livre, a ParapenteBR (nesta época, 1996, não existiam yahoogrupos ou outros servidores gratuitos de listas na Internet). Ela ficou hospedada nos servidores da Conectiva e hoje está no yahoogrupos. Isso gerou uma união nacional nunca vista antes. Da lista criei um livro, o Parapente Brasil – Histórias e Aventuras do Vôo Livre, e que lancei em 2002. Infelizmente ele esgotou no ano passado. Agora só em formato e-book.

Livro Parapente Brasil

Acabei saindo do Parapente por vários motivos: muito trabalho na Conectiva e acidentes. Meu próximo esporte acabou virando o surf.

Surfando na Merreca em Guaratuba

Aprendi a surfar por influência da Bel, e de meus cunhados, Gian e Dudu. Comecei em 2001 e nunca mais parei, como falei no post sobre os livros de surf. O surf é uma coisa zen, um esporte que não larguei. Consigo conviver com ele de forma sadia, madura, sem ter tanta sede como os outros esportes que já tinha feito até aquele momento. Hoje surfo quando vou para a praia e não tenho problemas com isso. Acho legal e não fico na fissura de surfar todo dia, a menos que esteja na praia. 🙂

Downhill Speed no São Lourenço - Curitiba

Neste meio tempo conheci o downhill speed, de skate longboard. Acabei sendo fisgado pelo esporte. Achei muito legal pois nunca ter conseguido andar direito em um skate. Mas o speed tinha mais a ver com as minhas aptidões. Era uma coisa mais básica, matemática. Descer uma ladeira a 70 ou 80 km/hora era uma coisa muito legal, um balé preciso e sutil. Fiquei no speed por cerca de um ano. Acabei parando porque cansei de levar meus amigos para o hospital. Foram vários acidentes, desde os mais básicos, como luxações gerais até braços e pernas quebradas, chegando a cirurgias para colocar pinos em várias partes do corpo.

Corrida de Aventura em Balsa NovaEm 2005 comecei a correr. Aprendi uma técnica com o Steve pavlina, que mostrava que, para você adquirir um hábito, precisa fazer aquilo por 30 dias seguidos. Como nunca corri direito, resolvi que iria correr por 30 dias e foi isso que fiz. Hoje corro esporadicamente.

Em 2006 fiz a minha primeira corrida de aventura. Me amarrei também. Um esporte que junta desafio físico com um forte contato com a natureza. Quero fazer muito mais provas além das que participei até hoje. Bem, Corrida de Aventura! 😉

O esporte mais light que fiz até hoje foi o bumerangue, que já contei nesteneste, e neste post. Bem, tem as bolhas de sabão gigantes, mas isso acho que não conta. 🙂

Sempre gostei de coisas mais carnais, isto é, um contato mais forte com o esporte. Com o bumerangue foi diferente. Toda criança tem um fascínio por bumerangues e eu estava incluído nisso. Bumerangue ss-45 by Jerri LeuDepois que o Aurélio me deu os toques iniciais, corri e comprei os meus. Hoje tenho mais de 14 bumerangues e o meu relacionamento com o esporte é bem parecido com o surf. Não tenho a fome de fazê-lo todos os dias, mas a minha mochila está sempre no porta-malas do carro, pronto para brincar na hora em que eu quiser, a qualquer tempo. Eu tenho uma relação com o surf e com o bumerangue parecida com a minha pilha monstro de livros. Ela está lá e eu estou aqui. De vez em quando a gente se encontra, troca velhas histórias e se diverte muito. Na paz, sem stress.

Carveboard no Velódromo, em Curitiba

Tive até uma hérnia de disco, mas nunca consegui descobrir se foi por causa dos esportes. E se foi acho que nunca saberei de qual foi! 🙂

E o que espero do futuro nos meus esportes? Putz, não sei! Mas seguindo esta linha de atuação, daqui a pouco vou achar mais alguma coisa que me interessa, vou cair de cabeça e depois de um tempo a febre inicial vai passar e vou levar ótimas lembranças deste momento da vida, curtindo ele como um bom vinho, com um gole de cada vez, sentindo o seu aroma e sorvendo a sua essência.

Rodney, jl, eu e Gian, a caminho do Pico Paraná

Não sei o que me move em direção aos esportes radicais, mas sei que eles são uma parte essencial da minha vida.

Reinhold Messner, famoso montanhista italiano, conseguiu explicar um pouco do que sinto do contato com a natureza através dos esportes:

Os dias que estes homens passam nas montanhas são os dias em que realmente vivem. Quando a mente se limpa das teias de aranha e o sangue corre com força pelas veias. Quando os cinco sentidos recobram a vitalidade e o homem, completo, se torna mais sensível; e então já pode ouvir as vozes da natureza, e ver as belezas que só estão ao alcance dos mais ousados.

Aproveite a vida. Pratique esportes, conheça a natureza e, acima de tudo, viva em paz!

Sobre este Blog

Olá, seja bem vindo!

Eu sou o Rodrigo Stulzer: atleta amador, pai, marido, que ama/odeia informática e é vegetariano por opção. O Transpirando.com é a maneira que encontrei de compartilhar a paixão que tenho pelos esportes, pela aventura e pela natureza, com outras pessoas.

Já fui ou sou biker, montanhista, surfista, skimboarder, carveboarder, skatista, corredor de aventura, trekker, orientista, piloto de parapente, bumeranguista, paraquedista, video-maker, leitor, mestre cucarepórter, cinéfilo, filósofo, professor, zen e bodybuilder.

Sou um cara normal (tá, nem tanto), como você ou o Joãozinho da esquina. Não tenho super-poderes nem sou profissional. Falo aqui o que vivo, faço e sinto.

Para saber mais sobre a minha história leia o artigo Os Esportes Radicais e Eu: Uma Paixão Insana. e Por que Criei o Transpirando.

Você também pode ver os antigos posts sobre esportes no meu blog pessoal e as republicações que tive no webventure como colunista do site.

Se quiser, me acompanhe no twitter: @transpirando e @stulzer, ou no facebook.

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Fotos: Rodrigo Stulzer, Marco Fonseca, Extremaventura, Rafael Gassner e Rodolpho Pajuaba.