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	<title>Transpirando.com &#187; Nostalgia</title>
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	<description>Esportes de Aventura</description>
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		<title>De Trike até o Araçatuba e o Morro dos Perdidos</title>
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		<pubDate>Fri, 23 Apr 2010 10:00:56 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Rodrigo Stulzer</dc:creator>
				<category><![CDATA[Nostalgia]]></category>
		<category><![CDATA[araçatuba]]></category>
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		<description><![CDATA[Em 1998 eu estava bem envolvido com o vôo de parapente. Havia ido em março, no campeonato brasileiro em Governador Valadares, e também na segunda etapa, em setembro, em Cambuquira. Meus finais de semana eram voltados totalmente para o vôo. Durante a semana eu acompanhava a previsão do tempo para ver como o tempo iria [...]<p><a href="http://transpirando.com/2010/04/23/de-trike-ate-o-aracatuba-e-o-morro-dos-perdidos/">De Trike até o Araçatuba e o Morro dos Perdidos</a> pertence ao <a href="http://transpirando.com">Transpirando.com</a>. Aproveite e siga-me no <a href="http://twitter.com/transpirando">twitter</a>!

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			<content:encoded><![CDATA[<p><img class="alignnone" title="Trike no Hangar" src="http://lh6.ggpht.com/_HnlSJlJumDk/S9Ci6VZoYWI/AAAAAAAADr4/6ykmrfX4_IM/s800/DSC01810.JPG" alt="" width="576" height="374" /></p>
<p>Em 1998 eu estava bem envolvido com o <a href="http://transpirando.com/categoria/voo-livre/">vôo de parapente</a>. Havia ido em março, no <a href="http://transpirando.com/2010/04/09/nostalgia-valadares-o-sonho-campeonato-brasileiro-de-parapente-em-1998/">campeonato brasileiro em Governador Valadares</a>, e também na segunda etapa, em setembro, em Cambuquira. Meus finais de semana eram voltados totalmente para o vôo. Durante a semana eu acompanhava a previsão do tempo para ver como o tempo iria evoluir. <img src='http://transpirando.com/wp-includes/images/smilies/icon_smile.gif' alt=':-)' class='wp-smiley' /> <span id="more-3174"></span></p>
<div class="wp-caption alignnone" style="width: 586px"><img title="Eu e o Daniel antes de decolar para o Araçatuba" src="http://lh3.ggpht.com/_HnlSJlJumDk/S9Ci6knAQfI/AAAAAAAADr8/jo3y--ItF7Y/s800/DSC01811.JPG" alt="" width="576" height="371" /><p class="wp-caption-text">Eu e o Daniel antes de decolar para o Araçatuba</p></div>
<p>Um dos amigos desta época, o Daniel, que também voava de parapente, torceu o pé em um vôo e teve que ficar alguns meses de molho. <strong>Como</strong><strong> bom esportista fissurado, arrumou alguma coisa para fazer neste tempo</strong>: comprou um Trike (asa delta motorizada), fez um curso e começou a voar por aí. O Trike, apesar de ser adaptado da asa delta, é um bom exemplo de junção que combina. O mesmo não dá para dizer do paramotor (o parapente com motor), que é uma traquitana.</p>
<div class="wp-caption alignnone" style="width: 586px"><img class="  " title="Decolamos de Trike com destino ao Araçatuba!" src="http://lh3.ggpht.com/_HnlSJlJumDk/S9Ci7XAhcSI/AAAAAAAADsA/FZ9k19M6QhU/s800/DSC01812.JPG" alt="" width="576" height="372" /><p class="wp-caption-text">Decolamos de Trike com destino ao Araçatuba!</p></div>
<p>Eu sempre tive vontade de voar de Trike, mas nunca tinha dado certo. Nos finais de semana eu queria mais é voar de parapente, e nossas agendas não batiam; até que um dia o Daniel me convidou para fazer um vôo durante a semana. Eu nunca havia deixado de trabalhar para voar, mas decidi que aquele dia (19/09/1998) seria uma exceção. Fui de carro até o hangar onde ele deixava o Trike, em São José dos Pinhais, e arrumamos tudo. <strong>O objetivo era voar até a montanha do Araçatuba e ver se havia alguma estrada até o topo</strong>, para poder utilizar ele como pico para o paramente.</p>
<div class="wp-caption alignnone" style="width: 586px"><img class="  " title="Serra do Mar ao fundo e estrada abaixo de nós" src="http://lh3.ggpht.com/_HnlSJlJumDk/S9Ci8OXWcvI/AAAAAAAADsE/VnFjzCCQv2Y/s800/DSC01813.JPG" alt="" width="576" height="432" /><p class="wp-caption-text">Serra do Mar ao fundo e estrada abaixo de nós</p></div>
<p>O tempo estava legal e, com um vento de cauda, atingirmos 90km/h fácil.<strong> Em cerca de meia hora de vôo  estávamos nas imediações do Araçatuba</strong>. Tirei várias fotos durante o caminho, mas não achei tão fácil assim identificar as coisas; o que eu conhecia, com a perspectiva do chão não ajudava muito de cima. Como utilizávamos rádios para a comunicação ficou fácil achar os pontos que procurávamos e sobrevoamos o Araçatuba. Não conseguimos localizar nenhuma estrada e resolvemos só voar por ali, para curtir o visual.</p>
<div class="wp-caption alignnone" style="width: 586px"><img class="  " title="Chegando ao Araçatuba de Trike" src="http://lh3.ggpht.com/_HnlSJlJumDk/S9Ci8-rbtSI/AAAAAAAADsM/2rJbENni1kk/s800/DSC01816.JPG" alt="" width="576" height="432" /><p class="wp-caption-text">Chegando ao Araçatuba de Trike</p></div>
<p><strong>Bem perto do Araçatuba está o morro dos Perdidos</strong>, que têm antenas de comunicação. Tanto o Araçatuba quanto o Perdidos são fáceis  de se localizar. Alguns quilômetros antes da descida da serra em direção à Santa Catarina iniciar, é só ver a maior montanha à sua frente. Parecendo um enorme pão de forma, o Araçatuba é um colosso, com pelo menos uns 6km de extensão e uns 600 a 700 metros de altura. O morro dos Perdidos é aquele que, quando já se está descendo o vale da serra, dá para ver no morro à direita, com algumas antenas em cima.</p>
<div class="wp-caption alignnone" style="width: 586px"><img title="Morro dos Perdidos com as Antenas" src="http://lh5.ggpht.com/_HnlSJlJumDk/S9Ci_SZX4iI/AAAAAAAADsc/6M9BLI8nR-c/s800/DSC01821.JPG" alt="" width="576" height="310" /><p class="wp-caption-text">Morro dos Perdidos com as Antenas</p></div>
<p>Sobrevoamos os Perdidos e tirei algumas fotos também. Nele tem uma estrada fácil e bem aberta, que acabei indo um tempo depois. A entrada dela é bem perto do posto policial do quilômetro 666 da BR.</p>
<div class="wp-caption alignnone" style="width: 586px"><img class="  " title="Topo do Araçatuba visto do Trike" src="http://lh3.ggpht.com/_HnlSJlJumDk/S9Ci9b8JfII/AAAAAAAADsQ/3dxN7urMXFo/s800/DSC01817.JPG" alt="" width="576" height="432" /><p class="wp-caption-text">Topo do Araçatuba visto do Trike</p></div>
<p>Para descansar um pouco pousamos em uma clareira, em meio a uma estrada abandonada e esticamos as pernas. Ficamos por ali um tempo e em seguida decolamos novamente. Como já era umas quatro da tarde o tempo começou a esfriar. Apesar do sol, a soma da altitude e da velocidade gerava um friozinho considerável. <strong>Na volta tivemos sorte e o vento havia mudado de direção</strong>. Pegamos novamente um caudal e retornamos rapidinho para São José dos Pinhais.</p>
<p>Aquele foi meu primeiro e único vôo de Trike, mas me diverti bastante!</p>
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		<title>Meu Primeiro Salto de Paraquedas</title>
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		<pubDate>Mon, 19 Apr 2010 14:47:40 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Rodrigo Stulzer</dc:creator>
				<category><![CDATA[Nostalgia]]></category>
		<category><![CDATA[adrenalina]]></category>
		<category><![CDATA[boituva]]></category>
		<category><![CDATA[paraquedismo]]></category>

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		<description><![CDATA[Em 1994 resolvi saltar de paraquedas. Não lembro exatamente o que me levou a isso, mas acho que foi uma conjunção de fatores. Eu havia visto o filme &#8220;Caçadores de Emoção&#8221; e também havia conhecido um maluco no Marumbi que só queria saber de fazer a brigada pára-quedista no Rio de Janeiro. Acho que aquilo [...]<p><a href="http://transpirando.com/2010/04/19/meu-primeiro-salto-de-paraquedas/">Meu Primeiro Salto de Paraquedas</a> pertence ao <a href="http://transpirando.com">Transpirando.com</a>. Aproveite e siga-me no <a href="http://twitter.com/transpirando">twitter</a>!

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			<content:encoded><![CDATA[<p><img class="alignnone" title="Eu e o Giba, meu instrutor de paraquedismo" src="http://lh5.ggpht.com/_HnlSJlJumDk/S8xpqLkYnjI/AAAAAAAADq4/3YnzlQmp55I/s800/boituva1.jpg" alt="" width="592" height="480" /></p>
<p>Em 1994 resolvi saltar de paraquedas. Não lembro exatamente o que me levou a isso, mas acho que foi uma conjunção de fatores. Eu havia visto o filme &#8220;<a href="http://www.adorocinema.com/filmes/cacadores-de-emocao/">Caçadores de Emoção</a>&#8221; e também havia conhecido um maluco no Marumbi que só queria saber de fazer a brigada pára-quedista no Rio de Janeiro. Acho que aquilo ficou na minha cabeça fermentando e depois que escutei um anúncio na finada rádio Estação Primeira, resolvi ver como funcionava o negócio.<span id="more-3161"></span></p>
<p><img class="alignnone" title="Área de Pouso de paraquedas de Boituva" src="http://lh3.ggpht.com/_HnlSJlJumDk/S8xpq8LvTEI/AAAAAAAADrA/aG3mAs8KQjw/s800/boituva3.jpg" alt="" width="576" height="387" /></p>
<p>Fui até a escola Prisma, de Paraquedismo e conheci o pessoal. Gostei da conversa e dos vídeos que vi. Saí de lá com a inscrição feita para o curso. Achei que o negócio era muito rápido: um curso de uma semana, à noite, e no sábado já era o primeiro salto. Bem, se é assim fazer o que? Vamos lá! <img src='http://transpirando.com/wp-includes/images/smilies/icon_smile.gif' alt=':-)' class='wp-smiley' /> </p>
<p>Naquela época as áreas de salto aqui em Curitiba eram meio limitadas. O Bacacheri era operado por outro escola e o pessoal da Prisma ia sempre saltar em <a href="http://www.boituvaparaquedismo.com.br/boituva.htm">Boituva</a>, no interior de São Paulo. Então lá fomos nós numa sexta-feira à noite.</p>
<p><img class="alignnone" title="Prontos para decolar e fazer o primeiro salto de paraquedas, em Boituva" src="http://lh3.ggpht.com/_HnlSJlJumDk/S8xpsDG6DvI/AAAAAAAADrM/EwF_Ig2PWLc/s800/boituva6.jpg" alt="" width="576" height="390" /></p>
<p>Chegamos no começo da manhã na área e já tinham pessoas se programando para fazer o primeiro salto do dia. Eu só iria salta na parte da tarde.</p>
<p><img title="O avião decolando na área de paraquedismo de Boituva" src="http://lh4.ggpht.com/_HnlSJlJumDk/S8xpsrFZWBI/AAAAAAAADrU/kc7dH6lnjww/s800/boituva8.jpg" alt="" width="576" height="391" /></p>
<p>O meu primeiro salto foi bem interessante. Subimos a 4.000 pés (em torno de 1.300 metros) e fui para a porta do avião, com o meu instrutor ao meu lado. Antes do salto ele me puxou e , já que o barulho do avião era bem grande, falou alto: &#8220;<strong>Agora você vai descobrir porque os passarinhos cantam</strong>&#8220;.</p>
<p><img title="Pousando de paraquedas em Boituva" src="http://lh4.ggpht.com/_HnlSJlJumDk/S8xpsR8K04I/AAAAAAAADrQ/i96s9ocBDV4/s800/boituva7.jpg" alt="" width="576" height="339" /></p>
<p>Em seguida a porta do avião abriu ele me indicou o montante do avião (aquela parte em diagonal que fica em baixo da asa). Saí para fora, coloquei meus pés nos estribos e segurei firme no montante. Ao comando dele fiquei na posição e liberei os meus pés, ficando preso somente pelas mãos. <strong>No segundo comando soltei as mãos e caí no vazio, olhando para o avião e vendo ele ir embora rapidamente.</strong></p>
<p><img title="Chegando no pouso, em Boituva" src="http://lh5.ggpht.com/_HnlSJlJumDk/S8xpqSY7SpI/AAAAAAAADq8/agv9jfrcUjg/s800/boituva2.jpg" alt="" width="576" height="407" /></p>
<p>Este primeiro salto foi enganchado, com uma fita presa no avião que comandava automaticamente o para-quedas. Em poucos instantes o pára-quedas abriu e eu estava flutuando no vazio, a algumas centenas de metros da área de pouso. Em poucos minutos eu pousei e tirei a foto que está no início do post, com o instrutor Giba.</p>
<p>Fui fisgado! Naquele final de semana dei outros quatro saltos. Em seguida viajei para os Estados Unidos para fazer um curso de inglês de daí dei os meus primeiros saltos de grandes altitudes: 12.000 pés. Quando eu achar as fotos, coloco aqui no blog.</p>
<p><img class="alignnone" title="Amigos da área de salto, em Boituva" src="http://lh5.ggpht.com/_HnlSJlJumDk/S8xprmdWtPI/AAAAAAAADrI/MCxUQG-5Oaw/s800/boituva5.jpg" alt="" width="576" height="392" /></p>
<p><strong>O pára-quedismo foi um dos esportes que fiz que mais me trouxe emoções fortes</strong>. É uma descarga de adrenalina incrível, e uma das melhores sensações que já tive na vida. Depois de um ano e 25 saltos resolvi parar, pois a brincadeira era muito cara e eu não tinha cacife para dar o número de saltos que me faria feliz. Preferi parar com tudo do que ficar frustrado.</p>
<p>Mas tive ótimos momentos e me lembro com muito carinho desta época. Foi realmente muuuuito bom! <img src='http://transpirando.com/wp-includes/images/smilies/icon_smile.gif' alt=':-)' class='wp-smiley' /> </p>
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		<title>Nostalgia: Valadares &#8211; O Sonho (Campeonato Brasileiro de Parapente em 1998)</title>
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		<pubDate>Fri, 09 Apr 2010 13:25:35 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Rodrigo Stulzer</dc:creator>
				<category><![CDATA[Nostalgia]]></category>
		<category><![CDATA[Voo Livre]]></category>
		<category><![CDATA[campeonato]]></category>
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		<description><![CDATA[A primeira vez que a gente vai para Valadares, nunca esquece. Este é um relato que fiz logo após retornar do Campeonato Brasileiro de Parapente, em 1998: Após um ótimo mês de lua-de-mel voltamos a trabalhar Mas nem tudo e’ tristeza e gostaria de compartilhar com vocês o que é estar em Valadares por 12 [...]<p><a href="http://transpirando.com/2010/04/09/nostalgia-valadares-o-sonho-campeonato-brasileiro-de-parapente-em-1998/">Nostalgia: Valadares &#8211; O Sonho (Campeonato Brasileiro de Parapente em 1998)</a> pertence ao <a href="http://transpirando.com">Transpirando.com</a>. Aproveite e siga-me no <a href="http://twitter.com/transpirando">twitter</a>!

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]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img class="alignnone" title="Segunda Prova do Campeonato Brasileiro de Parapente em Valadares - 1998" src="http://lh3.ggpht.com/_HnlSJlJumDk/S78kzjYZ58I/AAAAAAAADm8/rog1yy_EiV4/s800/valadares01.jpg" alt="" width="571" height="376" /></p>
<p>A primeira vez que a gente vai para Valadares, nunca esquece. Este é um relato que fiz logo após retornar do Campeonato Brasileiro de Parapente, em 1998:</p>
<p><em>Após um ótimo mês de lua-de-mel voltamos a trabalhar <img src='http://transpirando.com/wp-includes/images/smilies/icon_sad.gif' alt=':-(' class='wp-smiley' />  Mas nem tudo e’ tristeza <img src='http://transpirando.com/wp-includes/images/smilies/icon_smile.gif' alt=':-)' class='wp-smiley' />  e gostaria de compartilhar com vocês o que é estar em Valadares por 12 dias voando até se cansar!<span id="more-3084"></span></em></p>
<p><em>Valadares é uma cidade de +- 200 mil habitantes e ótima infra. Chegamos no dia 04/03 e já deu para babar ao ver o Ibituruna, imponente do aeroporto. Chegamos ao hotel às 16:00h e vendo a relação de hóspedes já nos sentimos em casa: Leandro, Frank, Marcia, Baby e muitos outros.</em></p>
<p><em><img class="alignnone" title="Ibituruna - Campeonato Brasileiro de Parapente em Valadares - 1998" src="http://lh3.ggpht.com/_HnlSJlJumDk/S78k0FGzQ9I/AAAAAAAADnA/8bme_pdsO3A/s800/valadares02.jpg" alt="" width="576" height="378" /></em></p>
<p><em>Os dois primeiros dias foram de poucos vôos. A condição ainda não estava muito boa. Foi só o domingo chegar (início do campeonato) que ela melhorou para somente ficar ruim dia 16/03 (dia de ir embora. Até perdemos o avião pois Valadares não tem [pelo menos em 1998] torre de controle e estava tudo fechado). Vocês não acreditam o que são 100 pilotos decolando em +- 40 minutos e indo girar a mesma térmica para começar o cross!!!</em></p>
<p><em>Como diversas pessoas já falaram, as condições não estavam fortes. Os campos estavam verdes, ao contrário de anos anteriores que estava tudo seco e tinham térmicas canhão para todos os lados.</em></p>
<p><em>Acho que estas condições favoreceram pilotos que como eu e o Samy estamos começando a tirar um melhor proveito de térmicas e partir para o cross. Digo isso pois não estava turbulento e se pegassemos térmicas canhão com o nosso nível de aprendizado poderíamos acabar amarelando! Desta maneira tivemos uma estupenda elevação no nosso nível técnico nestes 7 dias.</em></p>
<p><em><img title="Vôo de 50km na Quarta Prova do Campeonato Brasileiro de Parapente em Valadares - 1998" src="http://lh4.ggpht.com/_HnlSJlJumDk/S78k0sEWkAI/AAAAAAAADnE/mtmX0Nz3cMk/s800/valadares03.jpg" alt="" width="576" height="374" /></em></p>
<p><em>Eram comuns termos térmicas de 0,5 e 1,00. Térmicas de 2,00 e 2,5 foram consideradas muito boas e térmicas de 3 a 4 ótimas. Peguei algumas térmicas mais fortes (4 e 5) mas normalmente eram em bases de nuvens e cresciam sem dar um petardo de uma só vez. Agora teve gente que pegou térmicas de 7, 8 e até contaram um historia que o Lupa pegou uma de 12 (doze) na santa. Subiu reto sem nem precisar girar!</em></p>
<p><em>As térmicas normalmente eram grandes e fáceis de se identificar, pois pelo menos tinham uns 4 paracas enroscando na mesma (quando não eram 20!)</em></p>
<p><em><img title="Samy, eu e Bel no Campeonato Brasileiro de Parapente em Valadares - 1998" src="http://lh5.ggpht.com/_HnlSJlJumDk/S78k1T2IxuI/AAAAAAAADnI/aE9Tds_4IDk/s800/valadares04.jpg" alt="" width="576" height="374" /></em></p>
<p><em>Tive uma emoção muito grande no primeiro dia de prova indo para o starting gate (alpercata &#8211; 13,1km). Ao começar a passar pela cidade na base da nuvem (1.300m asl 1.100 agl) comecei a olhar para o chão para procurar o start. Onde será que está??? Quando me deparo com uma monstruosa seta branca no chão apontando em direção ao posto JR (1o pilão). Nesta hora me toquei o que era uma competição a nível nacional e o que era voar em Valadares. Neste dia fiz 18,3 Km e já estava nas nuvens. Meu primeiro vôo de verdade em Valadares e já havia batido meu recorde (14,5 Km)!!</em></p>
<p><em>Uma coisa que aprendi em Valadares é que se você não é piloto de ponta, a perseverança e a força de vontade contam muito para não pousar no meio do caminho. Nos dois primeiros dias enroscava e logo tentava tirar para o cross para ir mais longe. Ao longo do campeonato notei que mesmo térmicas fracas (0,5) deveriam ser aproveitadas para se ganhar altura. Normalmente atirava-se na certeza vendo outra térmica mais a frente e com altura para chegar.</em></p>
<p><em>Teve dias em que cheguei a voltar no cross para pegar térmicas melhores que eu havia passado. Acabei me dando bem em todas as vezes que tomei esta decisão. </em></p>
<p><em><img title="Leandro e eu, a 50km do Ibituruna no Campeonato Brasileiro de Parapente em Valadares - 1998" src="http://lh6.ggpht.com/_HnlSJlJumDk/S78k14jn04I/AAAAAAAADnM/Jx22x75GREM/s800/valadares05.jpg" alt="" width="576" height="376" /></em></p>
<p><em>Voar em equipe é essencial. Sempre que podiamos/conseguiamos trocávamos informações pelo rádio de térmicas, tiradas, urubus, etc.</em></p>
<p><em>A 4a. prova para mim foi a realização de um sonho desde que ouvi falar de vôos de cross-country. O Leandro (valeu Le!) e eu pousamos no trevo de Taruaçu, a 51 Km do Pico do Ibituruna! Voamos praticamente juntos todo o tempo e consegui tirar da roubada a 100m do chão quando já estava procurando pouso aos 20Km. Fizemos este percurso em 4 horas (o Baby fez em 2:30h toda a prova (65Km)!!). Como cansa! Meus braços estavam em frangalhos depois do pouso. Depois de dobrar o equipo, dirigi-me à estrada para pegar o resgate com a Debora e parou uma kombi azul caindo aos pedados oferecendo cerveja gelada a R$ 1,00! Foi a glória!</em></p>
<p><em>Falando na Debora (esposa do Leandro) gostaria de dar os parabéns para ela pelo seu esforco e dedicação como equipe de apoio. Ela estava sempre indo de carro atrás do Leandro passando dicas/urubus/etc e fazendo o resgate. Uma boa parte da classificação dele foi devido à dedicação dela!</em></p>
<p><em>Como um dia é da caça e outro do caçador, na 5a. prova fiquei no Carrapato (a unica vez!) após uma batalha de 1 hora para não pregar <img src='http://transpirando.com/wp-includes/images/smilies/icon_smile.gif' alt=':-)' class='wp-smiley' /> </em></p>
<p><em><img title="Vista do Itiburuna, a 50km de distância no Campeonato Brasileiro de Parapente em Valadares - 1998" src="http://lh3.ggpht.com/_HnlSJlJumDk/S78k2PWHdNI/AAAAAAAADnQ/ntogAjpLQRE/s800/valadares06.jpg" alt="" width="576" height="374" /></em></p>
<p><em>Na sexta prova novamente junto com o Leandro (uma boa parte do percurso) voei até Taruaçu e fiz mais um vôo de 52 Km. O Passarinho e eu mandamos baixo para uma montanha de pedras para sair da roubada e fiz meu primeiro lift-térmico. Explico: era só chegar perto da pedra e dava para sentir o calor subindo pelas paredes. Dei uns 3 a 4 bordos e já estava uns 20 metros acima da pedra para poder girar e sair da roubada. Este cross valeu pela batalha, pois meu sistema de acelerador arrebentou 3 vezes em vôo e consegui consertá-lo. Na primeira o cordelete escapou da roldana da selete e consegui colocá-lo no lugar. Na segunda vez o primeiro estágio arrebentou e fiquei voando somente com os pés encolhidos no segundo estágio. Na terceira vez a roldana da selete pulou para fora e só deu para vê-la caindo. Nesta hora não tinha mais jeito e perdi o acelerador!</em></p>
<p><em>Na quarta prova o mérito foi para o Leandro que tinha esquecido a máquina fotográfica dentro da mochila e em vôo retirou a mochila da selete e foi enfiando as coisas no macacão. Pegou a máquina, prendeu na selete e nesta hora descobriu que estava a menos de 70m do chão. Conseguiu enroscar em uma termiquinha piriri e ganhou o vôo!</em></p>
<p><em>Chegar às bases de nuvens é também uma coisa que não fazemos muito por aqui e é uma m-a-r-a-v-i-l-h-a! Sem entubar, aprendi a aproveitar a nuvem pelo maior tempo possível. Era só ir girando na térmica até ela. Quando chegava na base e começava a ver os fiapos brancos perto da vela, tirava para o cross e acelerava 50%. Se o vário continuasse a apitar para cima, acelerava 100%. Subindo mais ainda? Fazia orelhas mas continuava na base. Parava de subir, parava com as orelhas. Voltava a acelerar 50%. Assim saía para a tirada na base!</em></p>
<p><img title="Quarta Prova do Campeonato Brasileiro de Parapente em Valadares - 1998" src="http://lh3.ggpht.com/_HnlSJlJumDk/S78k2zHolJI/AAAAAAAADnU/v-E1MMmA4JE/s800/valadares07.jpg" alt="" width="583" height="377" /></p>
<p><em>Outro ponto importante foram os vôos de Onyx. Ao ir para Valadares eu estava a + de 1 mês sem voar (que horror!) e tinha somente uns 20 vôos de Onyx. Ele se comportou muito bem e me apaixonei pela vela. Como o Giba comentou o Onyx parece um tábua em cima de sua cabeça. Tinha horas que eu sabia que o núcleo da térmica estava passando por determinada parte da vela e era só centrá-lo. Número de fechadas que tive?? NENHUMA! É claro que se não estivesse pilotando ativamente iria tomar algumas tabacadas. Acho até que se estivesse de cruzilhão poderia ter alguns colapsos. O engraçado é que com +-30 vôos de onyx, voei a mesma quantidade de horas que fiz com 90 vôos de Phocus! Viva a evolução!</em></p>
<p><em>No final do campeonato senti uma coisa que achei que nunca iria sentir. Eu estava cansado de voar. Tinha enchido o saco!! Que bom poder ter o privilégio de sentir isso, pois é sinal que voamos muito mesmo! </em></p>
<p><em>Cambuquira, aqui vou eu!</em></p>
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		<title>Nostalgia: Vôo Memorável do Palha ao Barigui</title>
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		<pubDate>Wed, 03 Feb 2010 09:00:24 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Rodrigo Stulzer</dc:creator>
				<category><![CDATA[Nostalgia]]></category>
		<category><![CDATA[Voo Livre]]></category>
		<category><![CDATA[barigui]]></category>

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		<description><![CDATA[No Pedal da Destruição da Serrinha, no sábado passado, mostrei para o Luiz uma antena de telefonia que tem um significado especial para mim. Já falei dela em outro pedal da Serrinha, onde mostrei que, se agora sempre a vejo de baixo para cima, já a vi, algumas vezes, de cima para baixo. Foto da [...]<p><a href="http://transpirando.com/2010/02/03/nostalgia-voo-memoravel-do-palha-ao-barigui/">Nostalgia: Vôo Memorável do Palha ao Barigui</a> pertence ao <a href="http://transpirando.com">Transpirando.com</a>. Aproveite e siga-me no <a href="http://twitter.com/transpirando">twitter</a>!

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			<content:encoded><![CDATA[<p><img class="alignnone" title="Primeiro Vôo de Parapente do Palha ao Barigui: 19/12/1998" src="http://lh5.ggpht.com/_HnlSJlJumDk/S2iQZoTiX0I/AAAAAAAADQc/GF8X0jrvGK4/s800/curitiba.jpg" alt="" width="439" height="293" /></p>
<p>No <a href="http://transpirando.com/2010/02/01/pedal-na-serrinha-destruicao-pelas-chuvas/">Pedal da Destruição da Serrinha</a>, no sábado passado, mostrei para o <a href="http://lesoliveira.net/02mp/">Luiz</a> uma antena de telefonia que tem um significado especial para mim. <a href="http://transpirando.com/2009/04/28/pedal-de-volta-ao-passado/">Já falei dela em outro pedal da Serrinha</a>, onde mostrei que, se agora sempre a vejo de baixo para cima, já a vi, algumas vezes, de cima para baixo.</p>
<p><span id="more-2658"></span></p>
<p>Foto da antena. Acredite, ela está no final da seta:</p>
<p><img class="alignnone" title="Antena de Campo Magro vista de cima, de Parapente" src="http://lh3.ggpht.com/_HnlSJlJumDk/S2lyVVQ4u1I/AAAAAAAADRI/MrG6Q-WTJHE/s800/antena.jpg" alt="" width="442" height="275" /></p>
<p>Para quem não acreditou, veja o mesmo local através do Google Earth, com a sombra da antena no círculo:</p>
<p><img class="alignnone" title="Antena de Campo Magro vista do Google Earth" src="http://lh6.ggpht.com/_HnlSJlJumDk/S2lyTdhziTI/AAAAAAAADRE/nZDI8ibraiw/s800/antena-google%20earth.jpg" alt="" width="448" height="329" /></p>
<p>No dia 19/12/1998 consegui, junto com outros três pilotos de parapente (Ronaldo, Giba e Emerson), fazer o primeiro vôo entre o Palha e o <a href="http://transpirando.com/tag/barigui/">Parque Barigui</a>. Hoje em dia isso não é grande coisa, já que a distância, em linha reta, entre os dois pontos, é em torno de 22km, mas naquela época, foi um grande feito.</p>
<p><img class="alignnone" title="Palha e pouso visto de cima. O bar do Paulo está no centro da foto da direita" src="http://lh4.ggpht.com/_HnlSJlJumDk/S2iQWfm-y-I/AAAAAAAADQU/Bo_KCu863AA/s800/bigpalha.jpg" alt="" width="538" height="273" /></p>
<p>Curitiba nunca foi um grande local para vôos de parapente. As condições meteorológicas não são boas e os vôos legais são raros.</p>
<p>Neste dia aprendi uma coisa: <strong>a persistência acaba gerando bons frutos</strong>. Eu sempre fui daquele tipo fissurado. Não deixava de voar, pois poderia aparecer uma condição boa e eu não estar lá. Acho que foi naquela época em que comecei a ter uma <a href="http://transpirando.com/2009/11/09/a-chuva-e-os-esportes-uma-relacao-de-amor-e-odio/">relação de amor e ódio com a chuva</a>. Assim não precisava ficar preocupado, caso chovesse. Ninguém estaria voando e a condição seria ruim mesmo.</p>
<p><img class="alignnone" title="Visão de Campo Magro ao Voar de Parapente" src="http://lh5.ggpht.com/_HnlSJlJumDk/S2iQYTfDNKI/AAAAAAAADQY/PHi0QoDRwzs/s800/campo-magro.jpg" alt="" width="444" height="287" /></p>
<p>Me lembro muito bem daquela manhã. O dia amanheceu fechado, sem muitas perspectivas. A Bel não quis ir pois achava que não daria vôo. Mas eu não desisti, peguei o equipamento e fui mesmo assim.</p>
<p>A persistência acabou funcionando. Apesar de não terem cúmulos (aquelas nuvens tipo pompoms de algodão), o dia estava cheio de térmicas. Dois decolaram e ganharam altura rapidamente. O Giba foi em seguida e depois eu.</p>
<p><img class="alignnone" title="Chegando em Santa Felicidade voando de Parapente" src="http://stulzer.net/parapente/barigui/sta-felicidade.jpg" alt="" width="441" height="288" /></p>
<p>Chegando perto de Curitiba o visual foi fantástico (veja foto inicial). Deixei o verde e as estradas de terra e encarei um mar de prédios à minha frente. Nunca vou esquecer aquela visão, o vento levemente gelado e uma cidade inteira aos meus pés, literalmente! <img src='http://transpirando.com/wp-includes/images/smilies/icon_smile.gif' alt=':-)' class='wp-smiley' /> </p>
<p><img class="alignnone" title="Represa do Passaúna vista de cima do Parque Barigui" src="http://lh3.ggpht.com/_HnlSJlJumDk/S2iQcvTslYI/AAAAAAAADQg/Omx1FJh33zA/s800/passauna.jpg" alt="" width="444" height="290" /></p>
<p>Perto de Campo Magro fiquei bem baixo, mas tive paciência e consegui ganhar altura, para não mais perder. Cheguei ao Parque Barigui com mais de 1.500 metros acima do chão (2.481m asl). Poderia ter continuado o vôo, mas a aura que era chegar voando no parque bateu mais forte. Fiz várias espirais e pousei ao lado do lago e fui comemorar com o pessoal que já aguardava por lá. Também liguei para a Bel, pedindo para ela ir me buscar, tirando uma casquinha já que ela achava que não daria vôo naquele dia. <img src='http://transpirando.com/wp-includes/images/smilies/icon_smile.gif' alt=':-)' class='wp-smiley' /> </p>
<p><img class="alignnone" title="Pouso de Parapente no Parque Barigui" src="http://lh3.ggpht.com/_HnlSJlJumDk/S2iQSOJuO9I/AAAAAAAADQM/K7ItamR79Hc/s800/barigui.jpg" alt="" width="369" height="445" /></p>
<p>Este não foi o meu maior vôo, mas realmente foi um dos melhores. Fiz ótimos vôos de 50km em Minas Gerais, mas como dizem por aí: &#8220;<strong>there&#8217;s no place like home</strong>&#8220;! <img src='http://transpirando.com/wp-includes/images/smilies/icon_smile.gif' alt=':-)' class='wp-smiley' /> </p>
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		<title>Nostalgia: Descida da Graciosa de Bicicleta em 1993</title>
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		<pubDate>Fri, 06 Nov 2009 16:10:32 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Rodrigo Stulzer</dc:creator>
				<category><![CDATA[Bicicleta]]></category>
		<category><![CDATA[Nostalgia]]></category>

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		<description><![CDATA[No dia 10 de julho de 1993, há 16 anos atrás, fiz a minha primeira descida de bicicleta até Morretes, via estrada da Graciosa. Eu já tinha a minha antiga bicicleta a uns seis meses e achei que era hora de fazer algo maior. Esta era a época da faculdade e o Minduim e eu [...]<p><a href="http://transpirando.com/2009/11/06/nostalgia-descida-da-graciosa-de-bicicleta-em-1993/">Nostalgia: Descida da Graciosa de Bicicleta em 1993</a> pertence ao <a href="http://transpirando.com">Transpirando.com</a>. Aproveite e siga-me no <a href="http://twitter.com/transpirando">twitter</a>!

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			<content:encoded><![CDATA[<div class="wp-caption alignnone" style="width: 522px"><img title="Eu, Benedy e Minduim: 1993" src="http://lh3.ggpht.com/_HnlSJlJumDk/SvRCKWPpoKI/AAAAAAAACrs/QCGls4I_SoQ/s800/morretes06.jpg" alt="" width="512" height="340" /><p class="wp-caption-text">Eu, Benedy e Minduim: 1993</p></div>
<p>No dia 10 de julho de 1993, há 16 anos atrás, fiz a minha primeira descida de bicicleta até Morretes, via estrada da Graciosa. Eu já tinha a minha <a href="http://transpirando.com/2009/04/22/um-relacionamento-quase-eterno/">antiga bicicleta</a> a uns seis meses e achei que era hora de fazer algo maior.</p>
<p>Esta era a época da faculdade e o Minduim e eu já pedalávamos juntos a algum tempo. Os pedais de fim de semana de 40 e 50km já não eram desafiadores o suficiente e resolvemos encarar a Graciosa.<span id="more-2138"></span></p>
<p><img title="Curitiba até Morretes de Bicicleta: 1993" src="http://lh5.ggpht.com/_HnlSJlJumDk/SvRCILXAKoI/AAAAAAAACrY/DbHIGMGf3Ss/s800/morretes01.jpg" alt="" width="512" height="340" /></p>
<p>Ela é uma estrada bem antiga, uma das primeiras a ser construída para ligar o litoral até Curitiba. A maioria das pessoas só a conhece a partir da BR116, mas tem a parte conhecia como &#8220;Estrada Velha da Graciosa&#8221;, que é bem interessante. Foi por ela que fomos no <a href="http://transpirando.com/2009/04/20/pedal-noturno-rumo-ao-vale-do-rio-sagrado/">pedal noturno até o Rio Sagrado</a>, a alguns meses atrás. Atualmente ela está sendo pavimentada, o que vai tirar uma boa parte da graça do trajeto, mas ainda continua como o seu próprio nome diz: Graciosa.</p>
<p><img title="Eu e Minduim na descida da Graciosa em 1993" src="http://lh3.ggpht.com/_HnlSJlJumDk/SvRCIxADAKI/AAAAAAAACrg/iOyoCMtbFoE/s800/morretes03.jpg" alt="" width="512" height="339" /></p>
<p>Na faculdade falamos da nossa intenção para um colega de sala, o Benedy, que tinha família que morava em Morretes. Acabamos convidando-o para ir também, sabendo que ele nunca iria aceitar. Afinal, era totalmente sedentário e não tinha jeito que encararia uma passeio daqueles. E não é que ele aceitou?! <img src='http://transpirando.com/wp-includes/images/smilies/icon_smile.gif' alt=':-)' class='wp-smiley' /> </p>
<p><img class="alignnone" title="Eu e o Benedy no início da descida da Graciosa: 1993" src="http://lh5.ggpht.com/_HnlSJlJumDk/SvRCJQODRzI/AAAAAAAACrk/LLVZr8_mJSM/s800/morretes04.jpg" alt="" width="512" height="343" /></p>
<p>No dia do pedal acabei entendendo o que aconteceu. Ele achou que o trajeto era somente de descida. Afinal, sairíamos de 960m de altitude e chegaríamos a 20m. Só que ele entendeu, à duras penas, que estradas de chão são sinônimos de sobe e desce. <img src='http://transpirando.com/wp-includes/images/smilies/icon_smile.gif' alt=':-)' class='wp-smiley' /> </p>
<p>Vendo as fotos notei que o Minduim machucou o cotovelo esquerdo. Como foi que isso aconteceu? Minduca, ajuda aí a contar a história!! <img src='http://transpirando.com/wp-includes/images/smilies/icon_smile.gif' alt=':-)' class='wp-smiley' /> </p>
<p><img class="alignnone" title="Final da descida da Graciosa: 1993, Minduim e eu" src="http://lh4.ggpht.com/_HnlSJlJumDk/SvRCJyLQ63I/AAAAAAAACro/d3d-H7Q0Z20/s800/morretes05.jpg" alt="" width="512" height="339" /></p>
<p>Chegamos em Morretes de tarde passamos o fim de semana na casa do Benedy. Foram 85 quilômetros de muita diversão, com vontade de fazer mais vezes. Naquela época cheguei a fazer um bate-e-volta com o Minduim, até Porto de Cima. Foram uns 150km bem penosos, por causa do calor que fazia. Se achar as fotos,  conto também esta história.</p>
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		<title>Nostalgia: Escalada Pico Paraná</title>
		<link>http://transpirando.com/2009/09/30/nostalgia-escalada-pico-parana/</link>
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		<pubDate>Wed, 30 Sep 2009 06:00:52 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Rodrigo Stulzer</dc:creator>
				<category><![CDATA[Montanhismo]]></category>
		<category><![CDATA[Nostalgia]]></category>
		<category><![CDATA[Pico Paraná]]></category>

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		<description><![CDATA[Já a algum tempo eu pensava em colocar alguma das minhas antigas aventuras, aqui no blog. Como não tenho tantos registros (outra época, sem Internet e máquinas digitais), acabei deixando. Hoje eu vi um album antigo perto da mesa do escritório e achei uma escalada que fiz no Pico Paraná com dois amigos da faculdade: [...]<p><a href="http://transpirando.com/2009/09/30/nostalgia-escalada-pico-parana/">Nostalgia: Escalada Pico Paraná</a> pertence ao <a href="http://transpirando.com">Transpirando.com</a>. Aproveite e siga-me no <a href="http://twitter.com/transpirando">twitter</a>!

Parceiros: <a href="http://bpmonline.com.br">BPM</a>, <a href="http://hungerbikes.com.br">Hunger Bikes</a> e <a href="http://territorioonline.com.br">Territorio</a>.</p>
]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img class="alignnone" title="Escalada no Pico Paraná: 1993" src="http://lh6.ggpht.com/_HnlSJlJumDk/SsKT7kUZJ3I/AAAAAAAACfg/JprLCOGw0m4/s800/DSC00003.JPG" alt="" width="512" height="384" /></p>
<p>Já a algum tempo eu pensava em colocar alguma das minhas antigas aventuras, aqui no blog. Como não tenho tantos registros (outra época, sem Internet e máquinas digitais), acabei deixando.</p>
<p>Hoje eu vi um album antigo perto da mesa do escritório e achei uma escalada que fiz no Pico Paraná com dois amigos da faculdade: Cesar e Carlos. Daí lembrei da ideia e peguei as fotos para colocar aqui. Como não tinha scanner em casa, tirei foto das fotos. Não ficaram muito boas, mas acho que vale pelo registro. Tem uma foto deste dia que está no primeiro post do <a href="http://transpirando.com">Transpirando.com</a>: <a href="http://transpirando.com/2009/02/24/os-esportes-radicais-e-eu-uma-paixao-insana/">Os Esportes Radicais e Eu: Uma Paixão Insana</a>. Se ainda não viu este artigo, recomendo. Ele mostra a minha trajetória nos esportes de aventura. Bem, está lançada a categoria <a href="http://transpirando.com/categoria/nostalgia/">Nostalgia</a>! <img src='http://transpirando.com/wp-includes/images/smilies/icon_smile.gif' alt=':-)' class='wp-smiley' /> <span id="more-1860"></span></p>
<p><img class="alignnone" title="Carlos e Eu, no Pico Paraná. Abril de 1993" src="http://lh4.ggpht.com/_HnlSJlJumDk/SsKT9SRoW9I/AAAAAAAACfk/hok8eGSwPe0/s800/DSC00004.JPG" alt="" width="512" height="384" /></p>
<p>Eu não lembro exatamente quando fui a primeira vez no Pico Paraná, mas me lembro quando fui para a Serra do Mar. Foi uma caminhada até o Salto dos Macacos por 1987. Adorei a aventura e comecei a ir regularmente para a Serra, no Marumbi e no PP (Pico Paraná). Nunca conheci direito a galera da montanha, pois era uma coisa mais esporádica. Acabei conhecendo depois, quando voei de parapente.</p>
<p>Esta escalada foi em abril de 1993, em um domingo. Não existiam ainda as roupas tecnológicas de secagem rápida e o normal era ir de moletom mesmo. Lembro que saímos ainda de madrugada de Curitiba e rumamos via BR-116 até o post Tio Doca. Começamos a caminhar logo ao amanhecer, e a trilha estava muito úmida, cheia de orvalho.</p>
<p><img class="alignnone" title="Eu e Cesar, no Cume de Pico Paraná. Abril de 1993" src="http://lh5.ggpht.com/_HnlSJlJumDk/SsKT_iXQuJI/AAAAAAAACfo/Qitlht4GRHw/s800/DSC00005.JPG" alt="" width="512" height="384" /></p>
<p>Moletom + orvalho = roupas encharcadas!</p>
<p>Junto a tudo isso o frio que fazia e imagina a situação. A subida foi tranqüila e sem incidentes. O tempo estava bom e chegamos logo ao cume do Pico Paraná. O problema é que desde o início estávamos com as roupas molhadas e o frio só foi piorando a situação.</p>
<p>Na volta lembro de começar a sentir uns calafrios, mas não dei muita bola; no último quilômetro eu andava me arrastando. Deveria já estar com febre mas não tinha me tocado.</p>
<p><img class="alignnone" title="Eu e Carlos, no Abrigo 2. Pico Paraná, abril de 1993" src="http://lh3.ggpht.com/_HnlSJlJumDk/SsKUFuM-v4I/AAAAAAAACfs/hK-1UnDQEW0/s800/DSC00006.JPG" alt="" width="512" height="384" /></p>
<p>Resultado da aventura? Peguei uma baita gripe e fiquei dois dias de cama, faltando no trabalho e tudo. <img src='http://transpirando.com/wp-includes/images/smilies/icon_smile.gif' alt=':-)' class='wp-smiley' /> </p>
<p>Tempos legais aqueles. Começando a vida profissional, 22 anos, cabelos compridos, faculdade, bons amigos e muitas histórias em quadrinhos (em 1987 eu já havia lido o <a href="http://ambrosia.com.br/2008/07/16/cavaleiro-das-trevas-a-obra-prima-de-frank-miller/">Cavaleiro das Trevas</a>, no original).</p>
<p>Muito legal relembrar destes tempos &#8220;pré&#8221; muitas coisas, especialmente a Internet. Hoje estamos mais conectados com tudo, mas naquela época a vida era menos agitada. Ganhamos por um lado, perdemos por outro!</p>
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